Dear Bobbie


Música: Dear Bobbie
Albúm: Paper Walls
Banda: YellowCard*

Em geral, sempre acho histórias de amor bonitas. Ouvir como as pessoas se conheceram e perceber nas palavras delas, o sentimento que elas possuem pela outra. Não é difícil sair por aí e encontrar quem conte tais histórias. Quantas histórias nós mesmos não temos pra contar?



Marley & Eu

Livro: Marley E Eu.
Autor: John Grogan.
Editora: Prestígio.
Páginas: 302.

Sabe, aqui em casa tem um cachorro. Eu não tenho um cachorro.

A verdade é que o Spoock (cachorro da minha casa) é teoricamente do meu irmão e eu nunca fui louca de amores por ele, entende? Para ser sincera não lembro se sequer já lhe fiz um carinho.

Ok, agora você está aí achando que eu sou uma pessoa cruel e sem sentimentos. Escrevendo isso, confesso, até eu me senti assim.

Mas não, esse texto é para provar totalmente o contrário: Eu adoro animais *-*.

E foi por isso que eu resolvi ler “Marley e eu” a uns anos atrás. E a cada página que lia, percebia que era um livro completamente diferente dos demais: não tem romance, não tem suspense, nem ao menos apelo sexual.

“Marley” fala simplesmente de amor, daquele amor puro, real, amor na essência mais natural possível. Aquele que materializaram na frase: O cão é o melhor amigo do homem.
É exatamente isso.

No decorrer do livro, nós nos divertimos, rimos (no meu caso gargalhamos), com todas as grandes trapalhadas daquele cãozinho lindo e terrível.

E apesar de tudo de horrível acontecer com aquela família por conta de Marley, quem lê pensa: eu quero um desses pra mim! Além de não ter dúvida alguma que é uma amizade verdadeira.

"Ele ficaria feliz em saber que sua dívida por todos os colchões estragados, todas as paredes destruídas e objetos engolidos está agora oficialmente quitada".

É inevitável não se envolver, apaixonar. É inevitável não perceber a ligação inexplicável, que muitos julgam bobagem, entre humanos e animais. A sintonia e o companheirismo que muitas relações humanas não possuem, e jamais possuirão.

No fim, eu chorei, chorei... Um misto de alegria, tristeza, saudade que só um bom livro te dá ao acabar.

Sim, eu sei que há muito preconceito em torno de “Marley e eu”, por motivos que a mim parecem tão bobos e idiotas que não foram, nem de longe, suficientes para me impedir de lê-lo ou escrever sobre ele aqui. Para mim, é uma leitura enriquecedora, que te faz uma pessoa um pouquinho melhor, te faz pensar na simplicidade dessa vida caótica e na beleza dos detalhes.

Quem sabe agora eu comece a encarar o cachorro da casa como o meu também?

Sobre o assim folk


“Pelas barbas de Merlin, o que é isso?!”. O então Sr Zimmerman entrara no quarto e descobrira naquele instante que seu filho de quinze anos aprendera a tocar piano e guitarra sozinho. O que não sabia era que afinal estava de frente com um dos maiores ícones da musica folk de todos os tempos.





Robert Allen Zimmerman, Bob Dylan, nascera no Minnesota, Estados Unidos, e sem muita idade dentro das calças já tocava em bares norte-americanos. Letras de protesto sobre a guerra do Vietnã e críticas contra o racismo e direitos civis consagraram o cantor em um inicio de carreira. ‘Blowin’ in the Wind’ tornar-se-ia tempos depois no símbolo dos direitos civis de cada individuo que decidisse requerer direitos sobre o estado.

"Forever Young" marcou um período de letras voltadas para o estado pessoal de espírito, em um momento introspectivo e preso a desalentos amorosos. Versos sobre bêbados errantes pelas ruas e sobre liberdade pessoal também ficavam cravadas nas composições desse período de abandono do folk tradicional e das letras com criticas sociais. Já estávamos nos anos 70, e os críticos musicais não receberam de forma convidativa as novas canções que Dylan expunha.
Já no século XXI Bob Dylan seria reconhecido como um dos maiores artistas de todos os tempos, ficando atrás apenas dos Beatles, e consagraria a musica ‘folk’ desinibida que criara para o resto do mundo.

Neto de judeus imigrantes vindos da Rússia, dos quais Bob Dylan pode ter herdado certo apreço por política e letras de cunho social que usara no inicio da carreira em bares americanos, quando surpreendia maridos aventureiros e bêbados de plantão que acampavam nos bares imundos da cidade.Quem não ficaria aturdido, depois de mais um gole e mais um trago notar um rapazinho dos cabelos assanhados que acabara de sair das fraldas e que já mostrava um grande potencial para letras fortes e músicas de impressionante qualidade sonora?

Ficaria então subentendido que sucesso provém de originalidade, e esta por sua vez da coragem que o jovem Dylan criara para sair de casa e se embrenhar pelas ruas do Minnesota em busca de um novo mundo. 'Like a Rolling Stone' foi eleita em 1997 a melhor música de todos os tempos, barrando sucessos incontestáveis que tenho certeza que te farão reclamar e exclamar como um folk daqueles pode ser considerado melhor que o créu, o rebolation e a invenção do brega.Paciência,nem tudo é perfeito.

Tenho um tio que foi assistir tempos atrás a um espetáculo dos Rolling Stones no Brasil. O show de abertura era do Bob Dylan e da Cássia Eller, e nas palavras do meu tio, ’o show de abertura fez muito mais sucesso do que aquele que eu tinha pagado pra assistir’.

Então, até mais... 

Também escrevo no Diário dos Astronautas

O Pacto

Livro: O Pacto
Autor: Joe Hill
Páginas: 320
Editora: Sextante
Minha nota:

[...] Olhou de relance para o seu reflexo no espelho acima da pia e viu que tinha criado chifres durante a noite. O susto foi tão grande que o fez recuar e, pela segunda vez em 12 horas, mijou nos próprios pés.
~ pág. 8

Por mais sobrenatural que o trecho acima pareça, O Pacto é o um dos livros mais reais e humanos que já li. Decerto existem coisas bem inusitadas, além dos chifres, mas tudo isso me parece mera alegoria.

Quando Ig, personagem centro da história, acorda e depara com chifres na testa, descobre que além de ornamentos cranianos eles induzem as pessoas a revelar seus desejos sufocados e segredos mais sujos, o que, pra mim, é a grande sacada de Joe Hill. Usando essa premissa, Ig caminha entre as personagens mostrando, a cada depoimento, o quão hipócrita pode ser o homem. Cada mentira contada e cada fingimento deixam o livro perturbador e fazem quem lê rever o fato de saber no que as pessoas pensam.

É claro que o livro não se baseia somente nos chifres e seus poderes. Há um algo a mais. Um romance trágico que envolve todas as páginas. Ig é acusado de ter matado sua namorada, passando a ser odiado por toda a cidade. Pulando de pensamento a memórias, a história vai sendo traçada, e o crime sendo esclarecido, e devo dizer que isso me trouxe um remorso imenso por não poder fazer nada enquanto os fatos ocorrem.

Um ponto forte do livro - entre os tantos outros - é a linguagem. Possivelmente é a escrita mais sem escrúpulos que eu li até hoje, e se você não suporta isso eu não aconselharia ler. Chega a ser vulgar.

- Gostei do AC/DC – Disse Lee – Se fosse atirar em alguém, sem dúvida ia querer estar ouvindo aquela música.
- E o que achou dos Beatles? Ficou com vontade de atirar em alguém enquanto ouvia?
Lee pensou seriamente por um momento e depois disse:
- Em mim mesmo.
~ pág. 92

Não devo falar muito para não atrapalhar a leitura, mas asseguro que são 320 páginas que valem as suas horas.

Não entre em pânico...

Nós viemos em paz.

Caros leitores,
Sei que a escola não é um tema muito legal de se falar no primeiro post, entretanto, não tenho como falar o "porquê" de estarmos aqui, ocupando um pouco do seu tempo, sem passar por ela. Digo isso porque foi através dela que nós do Multinverso nos conhecemos.

A escola é em geral a primeira experiência que temos em conviver em grupo, e com o tempo essa convivência leva ao nascimento de varias amizades e inimizades (esqueceremos as inimizades por aqui porque não, esse não é um blog de fofoca). Bom, se a escola é a primeira, a amizade é a segunda responsável por estarmos aqui. Sim, o Multinverso é formado por um grupo de amigos, para ser mais exato onze amigos. Onze pessoas com características próprias, gostos e opiniões nem sempre iguais, nem sempre diferentes. E que resolveram por esse mix de ideias em um só lugar.

Aqui no blog vocês encontrarão textos sobre músicas, filmes, séries, livros, moda, política e outros temas que fazem parte do nosso universo, as coisas que discutimos nas horas vagas e que julgamos serem de interesse dos jovens da nossa idade. O nosso objetivo é que os nossos leitores sejam, assim como nós, diferentes uns dos outros, mas unidos em um mesmo lugar. Sendo assim, se você não gostou dessa apresentação, não saia do nosso blog ainda, nada de pânico, leia os próximos posts e quem sabe você não se identifica com o jeito de escrever de um de nós. ;)

Segue abaixo uma listinha com os nossos nomes, onde cada um tenta mostrar quem é.

Daphne Blake

Aaaaaaaaaaaaaaah, eu sou aquela menina “normal”. “Normal?’’ É... eu me acho normal na maioria do tempo. E você me acharia? HAHAHAHA Acho bem difícil...

Gosto das cores, elas me fazem ver a vida de um modo diferente, interpretando cada detalhe ao meu redor. Gosto também de livros, filmes, séries, muito rock, muita MPB, amo maquiagem, roupas, bolsas em alguns momentos e sapatos sempre. Gosto da noite, não curto o sol, curto muito o Caio Castro *-* e amo comer bem e dormir, quando não tem outra saída. Gosto de me relacionar, de fazer amizade, dançar, me divertir, viver, mas o que eu gosto mesmo é de sorrir. Não precisa ser de uma piada bem feita, nem de um programa de humor. Mas sabe... Sorrir porque meu irmão disse que me amava ou porque ele falou uma palavra não existente. Sorrir porque eu tombei na justa hora em que eu deveria estar desfilando. Sorrir porque eu estou de frente para a pessoa que eu amo e não consigo definir aquilo.

Eu aprendi, e faz muito tempo, que eu não preciso ter um motivo exato para sorrir, se o momento for especial, se eu queria estar ali, nada melhor do que um sorriso estampado no rosto. Sei ser divertida, alegre, espontânea... Eu sei ser muita coisa no simples fato de sorrir e, sabendo, eu acabei sendo.

Sendo isso, mas também preocupada em ser legal com todo mundo, em ser agradável, em não machucar ninguém. Claro que eu não consigo fazer isso vinte e quatro horas do meu dia, até porque eu erro, tenho defeitos, afinal eu tenho o gene podre da humanidade, né? Estresso-me com facilidade, choro com facilidade, meu humor depende do seu humor às vezes, odeio solidão, a preguiça me domina, meu cabelo me enlouquece, minha mãe também, minha tia é uma piada e meu pai... ah... meu pai é indefinível.

Sei o que quero, luto por isso e me dedico. Faço Design, amo meu curso, me identifico com ele, queria que todos soubessem mais sobre, para não falar tanta coisa sem sentido. Eu pesquiso, estudo (muito, viu?), eu crio, eu soluciono problemas e faço um tantão de coisas esperando um reconhecimento, mas já tenho o melhor até agora, o reconhecimento próprio... E essa é a Daphne Blake, procurando cada dia construir um pouco mais de mim, se continuar por aqui saberá que cada palavra condiz com o que eu sou.

Doug

Gosto do Sol, e dos vários sóis que sou capaz de ver ao longo do dia. Gosto de coisas que têm brilho próprio. Algumas pessoas são assim. Gosto de supernovas. Gosto de música, e gosto da sensação que elas me causam. Sábados são amarelos. Domingos, de um jeito inexplicável, são azuis. Gosto de estrelas, e da forma como elas brilham. Me dá vontade de viver para o universo, e esquecer um pouco do lugar onde vivo. Gosto de sons compassados. Gosto de árvores que têm folhas secas embaixo.

Quando tento me imaginar daqui a alguns anos, só consigo ver um cachorro amarelo e babão que corre na minha direção, com a língua de fora e toda a disposição que temos quando vemos alguém de quem gostamos muito. Evito dizer que tenho certeza de algo, mesmo que eu tenha. Gosto de falar ‘sinceramente’,  ‘claro que não’,  ‘simplesmente’, ‘fascinante’ e tenho problemas com relações sociais. De todas as sensações, a tranqüilidade é a que mais me fascina. Não a tenho.

Tento viver cada dia como se fosse o mais importante, não o último. Mas tenho medo do futuro. Gosto de poder conversar com quem confio. Gosto de olhar pro chão. E pro céu. Gosto de cadeiras de balanço. Gosto de sorrisos sinceros. Descobri que gosto de abraçar também. Gosto de músicas de época. Gosto de chuva (quando estou em casa). Gosto de ler sobre guerras. Gosto de histórias. Gosto de escrever finais felizes e toscos. Tenho um carma de quedas na vida. Sempre caio e me machuco. Depois me levanto. Então tudo dá certo. Já me acostumei. Só não me acostumo com a dor. Gosto de músicas de carrossel. Apesar de nunca ter ido a um circo, gosto das cores que eles têm. Gosto de desenhos. E de admirar coisas bobas.

Gosto de pinguins, baleias, pandas, elefantes e abelhas. Admiro a arte de viver. Admito: não tenho muita prática nisso. Acho que esse sou eu. =]

Harley Quinn

Sou uma garota calma que de vez em quando se “revolta”. Descobri o quanto as crianças me divertem, a alegria de brincar com elas e até ser uma. Simplesmente me fascino por objetos antigos. Gosto de ver as gotas da chuva caindo. Às vezes prefiro o silêncio, outras vezes uma música bem alta (não consigo escutar Smells Like Teen Spirit sem ser no volume quase máximo).

Apesar de não demonstrar muito, amo minha família. Tenho necessidades básicas como: ler e ver filmes (dramas de preferência). Sou muito viciada nos meus amigos (crise de abstinência é cruel!). E sou geminiana. Isso tudo é um quase nada sobre mim para quem está me conhecendo agora.

Obs.: Os que me conhecem sabem que eu abraço muito... E é tão bom. =)
Hobbes

Nasci em 93 e minha cor preferida é azul/cinza. Gosto de livros infantis, pelos desenhos e pelas histórias. Meu preferido é Onde vivem os monstros. Eu sou um rei também. Dos tigres. Na verdade, eu não sou um tigre, mas eles não podem saber disso. Na verdade, também isso não importa, porque eu sei morder tão forte quanto um tigre. Eu gosto de morder as pessoas, mas às vezes elas não gostam disso, então elas me dão “coques”. Gosto de desenhar. De Monna Pomona e Beach Baby. E de que mexam no meu cabelo.

Dou nome pra todas as minhas coisas, pra certificar pra todos que elas são minhas (porque você só é dono de algo se der nome àquilo, se outra pessoa der um nome pra algo que é seu, ela é dona, não vale chorar). Não gosto de ser adulto perto dos adultos. Nem de ficar frustrado, nem de frustrar as pessoas.

Não tenho cócegas em lugar nenhum. Também não consigo ficar com raiva por mais de um dia, e nem acordo de mau humor. Também não ando sem blusa e não sei nadar. E também não gosto quando as pessoas puxam meus fones de ouvido.


Miss Lightyear

Histórias de fantasia me chamam atenção, lembro de passar horas sonhando acordada criando mundos e brincando com cada criatura mágica. Eu ainda continuo assim, talvez seja uma das coisas que mais gosto em mim. Na realidade, eu gosto de coisas imprevisíveis.

Um abraço gelado e um perfume bom me deixam confortável. Costumo escrever coisas para o Tumblr, não que eu me ache uma garota comum que se apaixona com textos melosos, eu gosto e de ver as pessoas falarem aquilo que sentem, sem medo de serem julgadas. Sempre fui muito medrosa em relação ao que os outros pensam de mim, mas isso mudou quando conheci pessoas que me fizeram ver que eu não preciso ter vergonha de como eu sou, ou  de como me visto, ou de como posso ser esquisita, amigos que me fazem sentir melhor a cada reunião. Então, foi aí que eu vi que eu não precisava estar sempre sozinha.

A música é minha companheira, me acalma, me faz chorar e ao mesmo tempo me faz sentir uma alegria sem tamanho, eu a vejo como uma amiga que não pretendo me separar jamais, assim como meus livros e brinquedos. É quando eu lembro que toda essa paixão começou com uma música da Avril Lavigne pela qual eu tenho um dos carinhos mais especiais, me sinto viva. Eu gosto de fugir da realidade, por isso leio constantemente.

A internet me prende a amigos virtuais dos quais eu adoraria estar perto para tomar um café. Zumbis, tatuagens, xadrez , cheiro de livro novo e rock podem me trazer grandes alegrias. E nada melhor do que um mestre pra me dizer a verdade. “Bem, eu realmente aprendi algumas coisas e uma delas é que a felicidade não tem nada a ver com a aprovação das outras pessoas. O que é realmente importante é estar feliz com você mesmo, encontrar alguém que é importante para você e seguir adiante sem ligar para que os outros falam.” (Kurt Cobain).
Twitter: @yasminmekdec

Rainha Branca

Gosto da vida e das oportunidades infinitas e diárias que ela nos dá de ser feliz. Descobri, já faz um tempo, que a felicidade está nos detalhes e nas coisas óbvias da vida. Gosto muito dessas coisas: vento no rosto, conversas baixinhas antes de dormir, dança solitária pelo meio da casa, abraço apertado (gosto muito mesmo!), um cheiro bom atrelado a uma boa memória (aliás, cheiros são comigo mesmo), farofa de ovo da vovó, boa comida, SMS inesperado, beijo na testa.

Ah, eu sou aquele tipo de garota de choro fácil, que adora um romance bobo e uma carta bem escrita. Aquela que acredita no amor, apesar de todos os pesares e que não se permite desacreditar. Aquela que cai e não aprende imediatamente. Infelizmente. Eu sou aquela que tem amigos de diferentes tipos, classes e tribos e, de vez em quando, ainda se pergunta COMO pode ter tanta sorte assim. Somente por tê-los.

Acredito em signo (de vez em quando), em Deus, duende, fada e quiçá Papai Noel (estamos em um país livre, NÉ, não?! :p). Acredito nisso de destino, e que você colhe o que planta. Tento todos os dias, juro, ser alguém melhor e não, não é tarefa fácil. Dou meus pitis, às vezes, com coisas pequenas e grandes. Detesto injustiça, mentira, homem de calça jeans e chinelo de dedo, louça lavada, porém não enxugada, tampa do vaso levantada e etiqueta pra fora da roupa. Sou estranha, desconfiada e muitas vezes neurótica. É.

Sou brasileira, paraense, que sonha em morar em Londres e visitar Paris. Amo minha família mais do que tudo nesse universo imenso e caótico. Sou eclética, vou de Nando Reis à Taylor Swift, passando por Shakira e Capital Inicial. Prefiro Guaraná à Coca-Cola, salgado à doce, abraços a beijos (mas depende), dia à noite (mas depende também) e meu quarto é, com certeza, o melhor lugar do meu mundo!

Estou no 3º ano da universidade e daqui a 2 anos serei oficialmente uma Terapeuta Ocupacional. Amo meu curso e não tem um dia que eu não agradeça aos céus pelas escolhas que me levaram até ele. Porém, confesso que me entristeço quando tenho que explicar para alguém o que é essa tal de Terapia Ocupacional (quem sabe não explico pra vocês um dia?!). Mas no fim, não importa, ponho um sorriso no rosto e levo como missão encantar os desacreditados e curiosos a cerca dessa ainda misteriosa e indefinível profissão. Anda funcionando.  ;)

Sakura

Pisciana. Apaixonada. Admiradora da cultura japonesa. Curto um negócio chamado metal sinfônico. E de música alta. Rio muito e choro fácil. Gosto de doces. E de salgados. E de comer. Gosto de jogos, e de me envolver neles. Gosto de desafios e de crescer, mesmo tendo medo. Gosto de desenhos animados antigos. Prefiro um filme a um livro. Sabe o tal do "para sempre"? Eu vivo um porque acreditei.


"O seu negócio é ser feliz. Rir, rir muito, rir de tudo.. Mas, a vida não é só alegria. Você também chorou muito, mais do que todos nós. E, nossa, como aquilo era desesperador pra mim.. Sempre gosto quando você assobia alguma canção. É tão bom e faz isso tão bem..."


"Sabe todas as coisas boas do mundo? Pois é. Quando estou com você, me sinto possuidor de todas elas. Você é doce. Tem cheiro de doce. Tem gosto de doce. Me ensinou coisas tão valiosas. Me ensinou a abraçar. Você me ensinou a amar e a demonstrar isso. E eu e as minhas regrinhas de como as coisas devem ser, desmoronamos ao deparar com você em pessoa."
Twitter: @lohvalle

Dr. Sheldon Cooper

13 anos. Drogado. Prostituído. Odeio animais fofinhos, e pessoas, e livros, e a alegria, e a vida. Acredito em horóscopo e não perco uma novela da Globo sequer. Quero votar no Serra e o meu cantor favorito é o Justin Bieber. Certo, talvez algumas  todas  as informações anteriores sejam falsas, então vou recomeçar.

Singular. Talvez seja essa a palavra que melhor me defina. Lembro de que alguns anos atrás uma grande amiga chegou comigo, cedo da manhã, na escola, e me disse: "Hoje, enquanto tomava o café-da-manhã, percebi que conheço muitas pessoas parecidas, mas eu não conheço ninguém igual a você". Tudo bem, admito que, de imediato, fiquei me achando a pessoa mais estranha do mundo, mas depois gostei disso. Gosto de fazer a diferença, nada de ser mais um. E é assim que eu levo a vida.

Sou ateu. Nem pessimista, nem otimista, sou realista. Gosto de coisas azuis. Na livraria? Comprador compulsivo. Fã assíduo do Neil Gaiman e do Tim Burton. Sempre vou esperar a minha carta para Hogwarts. Odeio televisão! E, claro, como bom nerd adoro quadrinhos, Marvel de preferência, e seriados. Meu gosto pra filmes é rigoroso, não basta ser agradável, precisa ter qualidade (o que não é muito fácil).

Calmo? Até demais. Compulsivo por organização, confesso. E a hipocrisia é o que mais detesto. Música? Punk, indie, MPB e rock nacional. Acredito que a internet é um bem essencial para a existência da vida. Coca-Cola é a melhor substância líquida que existe. Dias frios, escuros e chuvosos são os mais agradáveis. Urbano. Sou mais ou menos assim.
Twitter: @brunomrnds
Tumblr: Into the Wild

Tinker Bell

Eu sou paraense, mas sinto que na última encarnação eu morava em Londres. Amo o frio, sorvete e chocolate. Gosto de olhar o mar, ver o quebrar das ondas, ter a sensação que elas passam de que tudo na vida passa. Eu tenho uma cachorrinha que eu amo. Acho linda a relação de humanos e caninos, mas confesso que tenho medo de todos os cachorros que possuem mais de 2 quilos e que não são meus. Amo viajar, gosto de ver como as pessoas de cidades diferentes se comportam, seus costumes, seus gostos. Gosto de observar as pessoas.

Me considero uma pessoa feliz e calma, rs. Eu sou teimosa, mas a teimosia dos outros me cansa. Eu sou lerda também, com sono, então, não consigo formar uma só frase coerente. Minha amiga diz que eu tenho dois pés esquerdos, mas eu só sou atrapalhada mesmo. Não acho que exista ninguém burro nesse mundo, apenas pessoas com diferentes oportunidades, e acho que menos inteligente é aquele que taxa outros assim. Acho que as melhores qualidades que uma pessoa pode ter são a humildade e a determinação. Há muito tempo, eu me determinei a ser feliz, gosto de ser feliz, não importa como. Se uma música tosca e sem cultura me deixa alegre, escuto e danço ela sem problema algum. Rir das minhas próprias mancadas é meu esporte favorito, também adoro rir com e dos meus amigos. E adoro ter amigos, adoro a magia e o poder que envolvem a amizade, pessoas se unirem para compartilharem suas vidas por escolha própria, a amizade é algo que deixa as pessoas mais humanas. Eu não sei viver sozinha, odeio solidão. E também odeio má-educação. Procuro tratar as pessoas bem e por isso gosto que as pessoas me tratem bem também.

Eu tento, às vezes só tento, levar a vida com menos preocupações possíveis, gosto da vida mais leve, de coisas simples. Por isso, tento me livrar de tudo que deixa minha vida mais pesada, nem sempre tenho muito sucesso nisso. Rs.

A leitura sempre me deu prazer, e na hora de escolher minha profissão achei que ela teria que estar presente. Eu sinto que eu poderia fazer várias coisas e gostar, mas não me imagino fazer outra coisa que não Direito. Adoro ouvir música e gosto muito de assistir filmes, principalmente de histórias reais, dramas e as tão bobas e batidas comédia-românticas, é, gosto de assistir esses contos de fadas. Não acredito que eles são reais, mas gosto de ver como eles seriam se existissem. Rs. Gosto do amor, acho um sentimento lindo. E também gosto da verdade, sempre.

Eu tenho bloqueio emocional para certos assuntos. E eu não gosto muito de me descrever, gosto que as pessoas descubram aos poucos, mas acho que deu pra ter uma noção de mim.  *__*

Sr. Tumnus

Pretendo ser um mochileiro nas férias de qualquer ano. Morar na Inglaterra algum dia. Ter uma banda. Sinto muita pena das pessoas… de alguma forma, até do cara que roubou o meu celular (nem tanto assim).

Gosto de ficar calado fazendo qualquer coisa que me distraia o bastante pra não pensar demais, já fiz isso por horas. Dizem que sou hiperativo. Gosto de atormentar certo menino-tigre que não consegue sair de um mata-leão, na verdade gosto de atormentar todos. Girar até cair. Gosto de ouvir as pessoas. Vento de praia. Trilhas.

Pessoas sorridentes me agradam. Gargalhadas me deixam feliz. Guardo todas as coisas que tenham algum significado pra mim, mesmo que sejam insignificantes para os outros. Gosto de estar com o fone no ouvido tocando aquela música que foi um achado (balançando a cabeça freneticamente). Não gosto de obrigações. Não gosto de falar de mim. Faço-me de imbecil (será que só me faço?). Também escrevo no Pub do Bob. E tem muito mais.

Violet Baudelaire

Tenho por cor favorita laranja e tenho por filme preferido Laranja Mecânica   *-*. Não sou uma garota muito calma, mas juro que me esforço ao máximo pra não me estressar facilmente. Gosto de correr, mas meus amigos quase nunca aceitam correr comigo (sei que isso é triste). Gosto muito de comer e amoooo doces. Não gosto muito do dia, sempre preferi a noite, e a lua sempre me encanta *-*.

Pra mim, não tem nada melhor do que em uma tarde chuvosa ouvir uma boa musica, ler um bom livro e tomar chocolate quente. Não gosto muito de música nacional, tenho por bandas favoritas Coldplay, My Chemical Romance, entre outras. Por incrível que pareça, Taylor Swift é a artista com mais execuções no meu Last.fm (só Jesus pode me julgar). Amo os meus amigos mais que tudo e os finais de semana com eles são sempre os melhores.
Twitter: @ThanmiresRafael



Ah, quer saber o que nos une? O gosto bom da juventude, o achar que por sermos jovens temos todo o tempo do mundo.

Até breve!